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CONTOS: Todas as mulheres da família Pussy





















Essa estória teve inicio na década de 80, por ocasião da chegada do cadete Dick a Academia das Agulhas Negras, na cidade de Resende-RJ. O jovem cadete logrou alcançar o primeiro lugar no concurso da AMAN, e ganhou de seu pai um carro de presente. Pouco tempo depois conheceu a jovem Carmen Pussy, uma loirinha de 15 anos, e a atração foi recíproca. Dick nunca havia namorado. Não que fosse virgem, já que havia transado com algumas prostitutas, mas beijar de língua era algo novo pra ele. Carmen vivia em companhia da mãe Olga, uma polaca com 32 anos, e Ingrid, de quase 15 anos (a diferença entre elas era de apenas 10 meses), também loirinha e gostosa. Carmen era virgem de tudo. Nunca havia sequer ficado com algum menino, fruto de sua timidez e da rigorosa criação de sua mãe. Olga engravidou aos 15 anos, casou e pariu aos 16, engravidou novamente no resguardo, e aos 18 anos, quando estava no quinto mês da terceira gestação, teve uma complicação que lhe obrigou a abortar e retirar o útero. Somente assim deixou de parir outros filhos, já que gostava de sexo, e viuvando aos 24. Criou as filhas sozinhas. Sofreu muito para dar um mínimo de conforto às filhas, e por isso não queria que se repetisse com elas sua precoce gravidez. Embora fizesse gosto pelo namoro da filha, já que estava namorando um bom rapaz, marcava em cima o casal. Quando eles saíam mandava a Ingrid junto, e sempre conversava com as meninas, reforçando a importância de manterem-se virgens, donzelas e recatadas. Após quase um ano de namoro, o máximo que Dick conseguiu com Carmen foi beijar rapidamente seus grandes e rígidos seios e passar levemente a mão na bucetinha desconhecida da menina, e mesmo assim por cima da calcinha. Não sabia o que mais lhe frustrava: ter que bater diariamente duas punhetas para aliviar o tesão, cujos pensamentos vagavam entre Carmen, Ingrid e a sogra Olga, ou ter que ouvir silenciosamente as estórias de surubas, orgias, pegação que eram contadas pelos demais colegas de caserna. Mesmo gostando de Carmen, estava decido a terminar o namoro. Todos os colegas comiam as namoradas/namoranhas/piriguetes, e só ele (ao menos assim pensava) era obrigado a se aliviar com diárias punhetas. A despretensiosa noitada com colegas rendeu-lhe um delicioso boquete dentro do seu carro. Carmen questionou o motivo da sua ausência na noite anterior, e laconicamente Dick disse que estava indisposto, e por isso permaneceu na caserna. Sábado seguinte nova noitada com os colegas, e dessa vez traçou outra piriguete, metendo com ela no motel até o meio dia do dia seguinte. Estava tão cansado que apenas passou rapidamente pela casa da namorada. Carmen que já estava notando um afastamento de Dick, começou a entrar em desespero ao sentir que o namoro estava terminando o relacionamento e decidiu conversar com a mãe. Olga foi direto e lhe perguntou se ela já havia transado com o namorado e Carmem disse que não, e achava que justamente por esse motivo é que o namorado estava se desinteressando por ela, porque ele sempre pedia um voto de amor e confiança, querendo que ela cedesse e se entregasse a ele. Falou que Dick comentada que todos os colegas de farda transavam com as respectivas namoradas. Olga pediu à filha que não cedesse aos apelos do namorado, porque isso era passageiro e ele logo iria tornar a se interessar por ela. Ingrid, escondida, também ouviu todo o relato da irmã e o aconselhamento da mãe. No sábado seguinte Olga disse que havia marcado salão pras meninas e secretamente combinou com a cabeleira que atrasasse o máximo possível, retendo-as, porque precisava conversar seriamente com o genro. Dick chegou pontualmente à casa da namorada, até porque tinha pretensão de logo sair dali e se encontrar com as piriguetes que havia conhecido, quando foi avisado por Olga que as meninas não se encontravam, e que precisavam conversar sério. Dick foi indagado pela sogra o motivo do afastamento, ele foi curto e direto, dizendo que estava com 19 anos, e como todo homem precisava transar, e já que a filha não transava conheceu umas meninas que rendeu em dois dias coisas que nem chegou perto nos 11 meses de namoro. Nervosa, Olga perguntou se ele fizesse sexo com a filha iria manter o namoro, e diante da afirmativa de Dick, Olga tomou fôlego e lhe fez a inusitada proposta: faria sexo com ele, desde que mantivesse o namoro e respeitasse a virgindade de Carmen até o casamento. Dick ficou meio atordoado e já com o pau duro, olhou pra Olga e perguntou se ela iria realmente transar com ele no lugar da filha. Olga disse que sim, até porque estava precisando de sexo, já que após a morte do seu marido, nunca mais havia transado. Dick, já senhor da situação falou que não queria mulher pra fazer sexo, mas mulher pra meter, como se estivesse metendo com uma puta. Olga perguntou o que as putas faziam, e Dick, relembrando as cenas de putaria que havia assistido nos filmes de sacanagem, disse que putas dão o cu, engolem porra e fazem tudo o que o macho mandar. Sentindo um repentino ardor entre as pernas, Olga disse que desde que o genro mantivesse absoluto segredo, teria enorme prazer em virar a puta particular dele. Dick automaticamente colocou o pau duro pra fora da calça e mandou a sogra chupar. O curto momento de hesitação foi suficiente para que Dick abaixasse Olga pelos loiros cabelos, enterrando seu rosto em sua virilha. Olga abriu a boca e passou a chupar vagarosamente a pica do genro. Dick segurou a cabeça da sogra com as duas mãos e passou a meter na boca dela, como se estivesse metendo numa buceta, fazendo a mulher sentir ânsia de vômito, e continuou martelando até despejar vários jatos de porra goela adentro, no exato momento em que ouviram o barulho do portão, noticiando a chagada das meninas. De pau duro Dick correu pro banheiro, enquanto Olga começou a ajeitar os cabelos. A primeira a entrar foi Ingrid que olhou pra mãe e perguntou o que era aquilo branco grudado ao lado da boca dela. Olga passou o dedo e empurrou pra dentro da boca o resquício de porra que seu genro havia jorrado, e saindo em direção ao quarto disse que era mingau...

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