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CONTOS DE CARNAVAL: Carnaval com a Tia Gostosa






































A família de minha mãe é de São Paulo-SP. Eu e minha mãe moramos no interior de Minas Gerais. Sempre que podemos vamos a São Paulo,pois é lá que vive a maior parte dos parente de minha mãe,inclusive minha tia gostosa demais.Minha tia casou há uns 10 anos atrás,porém em menos de 03 anos se separaram.Ela tem 02 filhos,que,com freqüência, passam o final de semana na casa do pai.Sempre que vou para São Paulo,ela exige que eu durma na casa dela.Jamais,em momento algum de minha vida,imaginava que um dia fosse transar tão gostoso com ela,pois ela é muito séria e religiosa.No ano passado,eu e minha mãe resolvemos passar o Carnaval em SP.Alguns iam para a praia e outros para um rancho no interior de SP.Eu e minha mãe,juntamente com minha tia,decidimos ir para o rancho.Minha mãe foi com o irmão mais velho dela,enquanto eu e minha tia ficamos para comprar bebidas,carnes,carvão e tudo que tinha sido combinado,pois no carro da minha tia,como íamos somente eu e ela,poderíamos levar muito mais coisas que os outros carros que estavam lotados de passageiros.Antes de irmos no supermercado,resolvi tomar um banho,porém como a porta do banheiro não fechava totalmente,ela disse que ia me esperar na sala e,que,se precisasse de qualquer coisa,era só chamar por ela.Jamais poderia imaginar que ela tivesse tanto tesão por mim quanto tinha por ela.De repente ouço ela me chamar,dizendo que ia ter de passar em frente o banheiro,porém de costas pra mim,pois teria de ir no quarto pegar dinheiro,para pagar o botijão de gás que havia acabado de comprar.Disse que não teria problema nenhum,desde que não chegasse ninguém,mas que não precisaria passar de costas pra mim,pois como ela é enfermeira,já me viu nu tantas vezes,pois realizei uma cirurgia no hospital que ela trabalha.Ela pegou o dinheiro,pagou o gás,e não estava esperando que ela voltasse pra conversar comigo e diz : “É verdade mesmo ! Já te vi tantas vezes nu que não teria problema em ficar aqui conversando com ti e,pra não atrasarmos muito,já vou tirando minha roupa pra tomar banho,pois vc já ta terminando.Tem algum problema” ? Respondi que sim. Teria um problema sim.Não iria me responsabilizar se não agüentasse de tesão e atacasse aquele corpão de 40 anos de idade,mas muitíssimo bem conservado e gostoso.Ela simplesmente sorriu e disse que ia me entender,caso tal fato ocorresse.Nesse momento,meu pau já tava super duro e já parti imediatamente para o ataque,acariciando-a enquanto ela tocava uma puneta pra mim.Fizemos isso durante alguns minutos.Logo em seguida,ela me confessou que seu cuzinho era virgem,porém queria que eu arrombasse ele.Mesmo se ela sentisse dor,não era pra parar de fuder seu cuzinho.Nunca tinha fudido um cuzinho tão apertado.Foi tanta dor que ela sentia durante a penetração no seu cuzinho que mal conseguia falar.Em determinado momento,disse que ia parar pois percebi que saía lagrimas em seus olhos,de tanta dor que sentia.Ela não aceitou.Disse que sempre quis dar seu cuzinho para seu ex-marido,mas que ele não fazia sexo anal.Continuei fudendo aquele cuzinho por um bom tempo,até que não agüentei mais e gozei super gostoso naquele cuzinho.Após tirar meu cacete super duro de dentro daquele cuzinho,junto com a porra saíam pus,sangue e tava um pouco cagado,provavelmente por tanta dor que ela sentiu.Ela pediu alguns minutos para se recompor,lavando aquele cuzinho cagado.Minutos depois começou fazendo uma boquete muito boa.Dizia que meu pau,de 17 cm,não era tão grande quanto do seu ex-marido,de 23 cm,mas por causa do meu ser muito grosso,sentiu tesão em arrombar seu cuzinho.Perguntei se ela queria que gozasse em sua boca,pois já não tava agüentando e já ia gozar logo logo.Ela pediu pra engolir toda minha porra,não deixando cair nenhuma gota no chão.Gozei imediatamente.Faltava fuder aquela bucetinha,com poucos pelinhos,mas ela tava preocupada em atrasarmos muito.Tive uma idéia.Percebi que ela queria muito mais sexo,embora estive claramente dolorida,uma vez que arrombei com toda força aquele cuzinho virgem.Liguei lá no rancho e disse que íamos chegar só de noitão,pois o supermercado estava lotado e não sabíamos que hora iríamos sair de lá.Ela concordou na hora.Então comecei a chupar o grelinho daquela bucetinha,até deixar ela atingir o orgasmo,o que ocorreu em poucos minutos.Comecei a fuder aquela buceta num vai-e-vem muito rápido,fazendo ela gemer desesperadamente de dor e de prazer.Por muitos minutos fiz isso,até que,juntos gozamos.Enfiei tanta porra quente naquela bucetinha dela que nem ela acreditava.Achava que eu tinha jorrado meio litro de tanta porra.Foram 05 esparros muito intenso.Novamente,ela queria fazer outra boquete,mas disse que tínhamos de nos recompor,pois foram duas trepadas forte demais.Tomamos banho juntos,é claro,e fomos fazer um lanche.Não fomos no supermercado,que estava realmente muito lotado.Compramos num mercadinho,embora tivemos de pagar muito mais caro pelos produtos.Voltamos pra casa da minha tia,ela fez mais uma boquete e imediatamente fomos para o rancho.Durante o percurso,ela resolve bater uma puneta pra mim,com o carro em movimento.Quase causamos um acidente ! Chegando ao rancho, todos viram que ela estava com dores. Mas por ser enfermeira,ela disse que deslocou um osso,quando o carro passou num buraco fundo,e que por isso ia direto pra cama,pra ver se melhorava.Ficamos no rancho por três dias.Ela me pediu pra voltar junto com ela,pois como ainda estava com um pouco de dor,não queria dirigir o carro.Como seus filhos ainda estavam para a praia,atendi seu pedido imediatamente,embora tivesse disfarçado que não tava muito a fim de ir com ela.Chegamos em sua casa por volta das 17 horas e transamos até a meia noite,com uma pausa para um bom lanche.Gozei mais três vezes naquele cuzinho apertado e ainda parecia ser a primeira vez que isso acontecia com ela.Como pode uma mulher ter um cuzinho tão apertado e suportar um cacete tão grosso como o meu ? Fizemos tudo que se possa imaginar, pois no dia seguinte, bem cedinho, seus filhos chegariam da praia e não poderia mais atender aos desejos sexuais dela. No mesmo dia,eu e minha mãe teríamos que voltar pra Minas Gerias.Fui mais vezes lá,depois do Carnaval passado,mas não tivemos como repetir,pois seus filhos estavam sempre lá.De vez em quando conversamos no MSN.Não vemos a hora de poder repetir a dose...

FONTE:http://www.casadoscontos.com.br/texto/201102671
 
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