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CONTOS: Motherfucker
































Tenho 20 anos de casada com um homem maravilhoso, em todos os sentidos. Em nenhum momento da minha vida pensei em me deitar com um outro homem, mas eu tinha vontade, não vou negar. Tenho amigas que já tiveram suas relações fora do casamento e sempre me falam que é bom ter novos contatos, conhecer novas pessoas, mas eu nunca me iludi com isto, até porque nunca me fez falta, mas a curiosidade e este meu desejo oculto me atraia.

Resolvemos fazer uma nova lua de mel e fomos para um hotel fazenda aqui no sul, onde o descanso, a paisagem, o conforto, tudo isto iria nos ajudar a refrescar a memória e a colocar todos os assuntos em dia. Os meus 44 anos de idade não diminuíram o meu porte físico, já não sou aquela mulher de antes, mas sei que sou ainda atraente. Praticamente vazio, o hotel tinha conforto, piscina de água quente, com ducha e massagem à nossa disposição. Resolvemos, então, sair mesmo da nossa rotina de cidade e curtir da melhor maneira aqueles momentos. Após um gostoso banho de piscina, uma massagem era o que precisávamos e resolvemos fazê-la num mesmo ambiente, eu massageada por uma mulher e ele por um homem. Apenas com a toalha cobrindo os nosso corpos ficamos deitados de bruços e enquanto o serviço era executado eu comecei a perceber no homem que massageava meu marido. Homem não, um quase garoto, muito bem aparentado, de cor negra, até que de repente os nossos olhares de miraram e vi ali pintar uma coisa diferente. Acabada a massagem, nos despedimos deles e fomos para o nosso quarto. De banho tomada e com desejo parti para a iniciativa com o meu marido e notei nele também uma certa diferença, mais excitado que o normal, pensei comigo talvez o lugar esteja ajudando e resolvi comentar com ele, se a massagem o excitou mais e ele confirmou que sim, mas deu a entender que a massagista é que havia lhe dado mais excitação e me perguntou se eu também estava assim, eu só disse que foi diferente e não estiquei o assunto.

Aquele garoto ficou em meus pensamentos! Resolvi chamar o meu marido para uma volta a cavalo e ele declinou, dizendo que preferiria ficar lendo algo. E lá fui eu à recepção solicitar o serviço e não é que tive uma surpresa pra lá de agradável. Era o garoto que iria me fazer companhia. Mesmo com o desejo à flor da pele, tentei argumentar que iria sozinha, mas fui impedida já que era regra da casa ter acompanhante. Durante o trajeto resolvi parar e para descer do cavalo fui segura pelos braços menino que, mesmo jovem, era preparado. Sua pela escura, misturada ao seu suor, mexeu de vez comigo e acho que ele percebeu, mas não tomou nenhuma iniciativa. Cabia a mim fazer algo se quisesse dar sequência aos meus instintos. Percebi que ele era tímido e puxei conversa. Seus pais eram empregados do hotel fazia tempo e ele, sem estudo, iniciou cedo a trabalhar lá. Nunca saiu do hotel e sequer tinha namorada. Curiosa resolver apimentar o assunto e perguntei a sua idade: 20 anos! E se ele já havia estado com uma mulher na cama e, assustado, disse que não e, começando a se descontrair, falou que assunto de sexo resolvia sozinho mesmo. Como se eu não estivesse entendo perguntei: como assim? Eu me masturbo dona, quase todo dia> E já que a senhora está falando estas coisas comigo, tenho que dizer que ontem mesmo eu pensei na senhora. Fiquei calada durante minutos! Me levantei e avistei uma cachoeira na parte de baixo da estrada e me dirigi pra lá. Parei diante da água, olhei para trás e lá ele estava, só olhando. De costas, abaixei a minha calça jeans, tirei a blusa e só de calcinha entrei na água. Me refresquei bastante, enquanto ele me olhava e devia estar imaginando mil coisas. Pensei no tempo e senti que já estava quase na hora do almoço r resolvi voltar. Sai da água e quando fui me vesti ouvi ele falar: tira a calcinha, eu quero ver a senhora pelada. E ele foi levantando, arriou as suas calças largas, abaixou a cueca e veio em minha direção. Eu diante daquele menino nu, o seu pau negro já duro, foi o máximo. Resolvi me soltar, abaixei a minha calcinha e notei os seus olhos no meu corpo. Ajoelhei diante dele e levei o seu pau à minha boca e fiquei me deliciando, os lábios tremendo de prazer, enquanto ele passava as mãos nos meus cabelos. Fiquei de quatro e lhe disse: vem! Ele se ajoelhou e começou o vai e vem. Um minuto foi o suficiente e gozamos juntos, deixei o seu líquido me penetrar, mesmo sabendo o risco que estava correndo. Ficamos deitados na areia e, de repente, sinto a sua língua me massageando o corpo todo até chegar na minha parte intima onde, onde ele babava de prazer. Fiz ele virar de lado e ficamos nos chupando. O meu prazer não acabava e pedi que ele gozasse em mim, nos meus peitos, na minha boca e assim o fez.

De volta ao hotel, antes de chegar, ele desceu do cavalo e fez o mesmo comigo. Sentou na grama e pediu de novo. Eu me abaixei e chupei o seu pau maravilhosamente, até que ele gozou de novo em minha boca. Me limpei e fomos ao encontro do meu marido, que dormia à beira da piscina, com o livro em seu peito...

FONTE:http://www.casadoscontos.com.br/texto/201103505
 
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