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CONTOS: A AFILHADA DE CASAMENTO





































Ola pessoal, O conto que vou contar realmente aconteceu, foi no final de 1999, mas apenas agora tive coragem de revelar aos meua amigos leitores, Natalia, vou chama-la assim, ela e muito amiga de minha esposa, e quando ela marcou seu casamento nos convidou para ser pasdrinhos de seu casamento, ate ai tudo bem, sempre achei ela muito linda e simpatica e acima de tudo muito deliciosa, coxas grossas, pele branca, seios durinhos e quando colocava uns shorts apertados via-se perfeitamente como sua xaninha era inchada, mas apesar de tudo sempre a respeitei, pórem como todo homem a cobiçava. Certa vez estava em casa sozinho e a campainha tocou fui atender e era Natalia, linda, maravilhosa, ou melhor deliciosa, meu pau creceu na hora, trajava uma sainha branca, que deixava amostra toda suas coxas grossas rigidas e um top supert decotado, como ele tem muita intimidade em casa ja saiu entrando sem perguntar nada so disse _"Oi, Carlos.", e entro em direção a cozinha como nao tinha ninguem em casa deixei-a entrar e continuei ali no sofá deitado, lembro-me que estava assistindo um jogo de futebol era um sabado a tarde e ela brincou comigo "Voces homens, so vivem vendo futebol, meu marido esta la em casa assistindo esta porcaria, podendo esta fazendo outras coisas mais interessantes", e sorriu para mim com um ar de safada, pelo fato de minha rola ter ficado durissima, coloquei a almofada sobre ela, pois ficaria envergonhado e temia por um vexame, nao queria confusão, mas também queria demais aquela mulher, não eu não podia e disse à ela: "_Natalia, a Selma vai demorar, ela foi na casa da mãe dela e eu vou para quadra jogar futebol.", jogava todos os sabados a noite futebol de salão com os amigos inclusive com o marido dela. ntão ela disse: "Voces heim, depois sao corneados e não sabem porque.", sentou-se e cruzou as pernas bem a minha frente e disse para mim: "Cuidado, voce sabe se a Selma esta mesmo na casa da mãe dela?", então joquei a almofada que estava sobre mim nela, e perguntei: "Porque sabe de algo?", mas tudo na brincadeira, estava com muito tesão foi quando ela disse "porque não liga para lá", eu disse "Eu não, vou fazer papel de bobo." entao ela disse então eu vou ligar posso? criou-se aquela clima de insegurança em mim então eu disse a ela meio sem graça que poderia, natalia ligou e do outro para meu alivio estava minha mulher, conversaram por um tempo e deu para perceber que minha esposa disse que realmente iria demorar e se ela pretendesse falar com ela poderia encontra-la na casa da minha sogra a Selma dise que não que iria embora para casa e que no domingo passaria em casa, nao perdi a oportunidade e assim que ela desligou eu indaguei a ela, "será que seu marido esta em casa também?", ela sorriu e disse "Para mim pouco importa, estando ou não, e indiferente, ele so quer jogar pelada com os amigos, deixa eu de canto", o papo foi esqeuntando e disse a ela que jogava pelada todos os dias com a Selma e ela disse que ja sabia, pois a minha esposa sempre se confidenciou com ela e ambas sao conselheiras e perguntou se minha mulher nao tinha falado sobre ela para mim, o papo estava quentissimo, entao comecei a investir e passava de vez enquando a mao de leve sobre o shorts pela minha rola que estva durissima, foi quando ela pediu para eu biscar um copo de agua para ela pois estava ficando com calor eu propus para ela ir buscar, ela foi dei um tempo e fui atras dela na cozinha ela perguntou onde estava a agua e se abaixo de 4 para procurar e percebi que ela estava sem calcinha, ela ja veio premeditada para algo, fui ajuda-la a procurar pois nem eu mesmo sabia onde estava e dei uma encoxada nela que foi retribuido com uma rebolada bem na minha pica, segurei ela pela sintura e disse: "Vem aqui que vou matar sua cede.", a puxei e apliquei-lhe uma delicioso beijo, ja levantando sua saia e enfiando dois dedinhos na sua bucetinha totalmente umida, baixei seu top e comecei a sugar aqueles mamilos, como sao perfeitos, durinhos, nem muito grande e nem pequeno demais o tamanho certinho, a coloquei-a de barriga para cima sobre a mesa e comecei a chupar aquela buceta peluda, ela nao tinha o costume de aparar sua xaninha, nao demorou muito e ela gozou na minha lingua, senti aquele gosto de femea na boca, uma sensação incrivel, falei para ela que era sua vez de chupar minha rola, ela baixou meu shorts ate o joelhos e ficou admirada com o tamanho do meu cacete e nao perdeu tempo e comecou a chupar, passar a lingua na cabecinha a se deliciar com aquele caralho na sua boca, comecei a chama-la de putinha, cadela e a medida que eu a xingava ela aumentava seu tesão, foi quando eu gozei na sua boca e disse para ela limpar tudo, ela obedeceu imediatamente sugando toda a porra do meu pau deixando-o limpinho, foi quando eu disse: "Agora sua puta, voce vai levar vara, nao e isso que vc quer", sentei em uma cadeira e pedi para ela vir sentar na minha piroca e cavalgar como uma cadela, ela comecou a subir e descer naquele pau maravilhoso, eu segurava na sua bundinha e pude sentir a testura de sua pele, ao mesmo tempo que nossas bocas se beijavam, linguas se entrelassavam, entao pedi para ela cuspir na minha mão ela cuspiu, pedi para cuspir para deixar minha mão molhadinha e comecei a passar aquele cuspi no seu rabinho, que imediatamente ficou umido, estava ali fudendo sua buceta com minha pica e seu cuzinho era trabalhado para receber vara daqui mais um pouco, a esta altura a putona ja tinha gozado mais umas duas vezes, falei a ela que ela iria gozar pelo cuzinho ela suplicou para que eu fizesse isso pois seu marido era frouxo e nunca nem tentou comer seu rabinho, falei para ela apoiar-se na pia dei mais uma cuspida na sua bundinha que acertou direitinho o alvo e dei uma lambisgada com a lingua no seu cuzinho que a deixou cheia de tesão, então direcionei a cabeça da minha pica na entradinha e forcei, tanto que ate suei, pois realmente era apertadissimo, ela gritava percebi que lagrimas saiam de seus olhos, perguntei a ela se queria que eu parace, pois apesar de tudo nao gostaria de machuca-la, ela pediu para continuar que queria ser arrombada para mais tarde nao doer mais, entao forcei , ate que entrou ate as bolas ela relaxou eu também e comecei a socar aquele cuzinho delicioso, gozamos juntinhos, deixei seu rabinho todo encharcado de porra e ardendo muito, escultei a campinha era o seu marido percebi pelo olho magico, falei para ela se esconder no meu quarto e que daria um jeito de tira-la de lá, seu marido entrou disse a ele para irmos logo pois deveriamos chegar mais cedo para jogar primeiro pois hoje iria gente demais e propositalmente esqueci meu apetrechos para o futebol: tenis, meias, shorts, etc... quando descemos o predio fiz aquele expressão de esquecimento e falei para ele: "Vai tirando o carro para mim que eu vou buscar meu material.", ele nem percebeu e era comum mesmo eu sempre esquecer algo, chegando no apartamento a Natalia estava ao telefone falando com minha mulher e relatando tudo o que aconteceu e ainda disse: "Minha querida voce esta bem servida de pica, e para seu governo estou segurando nela agora." Foi tudo planejado entre elas duas, entao ela encerrou o papo e disse na manhã seguinte passaria em casa para repetir a dose, so que desta vez teria mais uma companhia, fui jogar futebol atordoa-do nao consegui me concetrar no jogo fui um fracasso, na manhã seguinte..... Essa historia e para outra ocasião....


FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/200501474
 
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