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CONTOS QUE ME CONTA: A primeira que ela deu o rabinho...

















































Quando me casei meu marido sempre tentava me convencer a dar o rabinho para ele. Não era que não cogitava a história, mas me preocupava a dimensão de 24cm e diâmetro fazendo proporção do seu imeennnsoooo mascote. Muito tempo depois de separada conheci Gabriel. Rapaz jovem, carioca cheio de maneirismo, por incrível que pareça calado, mas de uma competência sexual de fazer inveja a muitos por aí.

Conversamos muito tempo pelo MSN antes de eu me aventurar a conhecê-lo. Esperei um dia no qual estivesse só em casa e o convidei. Nesta época Gabriel ainda gostava de fumar unzinho. Levou.

Eu gosto somente para estas ocasiões, o corpo fica todo relaxado, a mente não perturba com preconceitos ou liçõeszinhas de moral, além de esquentar o corpo

Chegou, fumamos, conversar nem pensar, ele queria partir para a ação. Eu gosto de ir com calma, procurando sentir e entender as sensações do outro.

Ele já veio tirando minha roupa, desceu o sutiã e colocou a boca quente no bico, ao mesmo tempo foi passando a língua em volta, amoleci. Depois de algum tempo explorando-os com sua língua, iniciou uma mamada que me fez molhar a calcinha.

Desabotoei sua calça, alisei seu membro, já bastante duro, por cima da cueca e logo o coloquei para fora. Sempre dou uma cheiradinha antes de lamber ou cair de boca, dependendo do meu tesão.

Estava limpinho e muito cheiroso, o que até hoje continua sendo.

Passei a língua na cabecinha, dei voltas debaixo do cabresto, mamadinha no freio, e abocanhei.

Gostoso demais, ele reagia conforme a pressão que sofria, se mais leve, ficava na dele, se mais ousada, pulsava. Podia prever o que ia acontecendo com seu corpo, o que surgiria se eu assim o quisesse. Ele tirou meu short e caiu de boca nela. Mi-nha nossaaaa......que maravilha! Fiquei muito surpresa por aquele garoto ter um poder daqueles sobre meu corpo. Só podia ser talento natural. Nunca antes ninguém acertara de primeira, ou sem que eu dissesse, me deixar daquela forma. Eu ficava me segurando para não gozar. Naquela época pensava que se gozasse, não gozaria mais, ou estaria por demais sensível para ser tocada novamente.

Hoje a realidade é outra, mesmo que goze, a vontade é contínua, infinita. A menos, é claro, que fique esfolada ou dolorida, do contrário, hum...pode vir que eu quero! Rs.

Então pedi para parar. Ele pediu para eu montar nele. Falei para se proteger. Pediu para eu colocar, disse que não tinha esta habilidade, poderia machucar, então o fez.

Montei, coloquei meu peito na sua boca, ele mamava enquanto eu, escorregava encorpando aquela pedaço de carne quente, macio e duro ao mesmo tempo.

Fui devagar, estava por um triz, não queria ainda. Fui mexendo, ele mamando, eu mexia mais, ele sugava, mexiaaaaaaaa......não agüentei, gozei, gozei, gozei, gozeeiiiiiiii.......

Daí saiu debaixo de mim e me colocou de lado, levantou uma de minhas pernas e começou a lamber meu cuzinho.

Eu perguntei: - O que quer fazer?

- Comer ele, não quer?

- Ninguém nunca fez isto antes.

- Deixa eu tentar, se não gostar eu paro.

- Tem que ser bem devagarzinho e com carinho.

- Pode deixar, vou cuidar bem dele.

Voltou a lamber, lamber muito mesmo, depois mamadinhas que foram virando sugadas, que deram lugar à língua, que foi esgueirando para fazer par com um dedo, outro dedo e finalmente a cabecinha. Sendo este trajeto percorrido com muita calma, carinho e retornos.

Continuei de ladinho, ele colocou KY, besuntou toda a camisinha, enfiou um pouquinho, e foi colocando a cabecinha segurada pela mão. Acredito que tenha tirado o sangue dela para ficar mais fina.

Passou sua mão por cima e começou a massagear o clitóris, a cabecinha estava na abertura quietinha. Enquanto passava o dedo salivado pelo grelinho, meu cuzinho ia se abrindo, e dando mais espaço para o adestrado. Eu quietinha preparada para sair fora, com certo receio, afinal, tive uma certa experiência anterior que não foi nada agradável (vide Estupros “consentidos”).

Ele ia conforme havia prometido, devagar e com carinho, ora alternava carícias nos seios, com beijos sugados no pescoço.

Aos poucos aquele menino tímido ia conquistando espaço no meu interior apertado.

Quando dei por mim, ele estava completamente atochado no meu cuzinho, aquilo tudo (18cm) tinha entrado todo e eu não sentia nenhum pingo de dor, só prazer.

Prazer que foi aumentando, foi me dando um comichão uma vontade dele mexer, pedi. Ele começou de leve, bem mansinho, tirava aos pouquinhos sem deixar sair, e voltava escorregando à medida que meu taradinho ia engolindo. Aumentei o ritmo das pressões, ele entendeu, aumentou o ritmo do movimento.

Ensaiei fazer coro com o ritmo, comecei a mexer também, quando ele vinha, eu ia, quando ele ia eu o buscava. Rsrs

Senti o volume aumentar, as veias pulsarem, estava perto de gozar.

Tirou e pediu que eu o mamasse, assim fiz, quando veio, avisou, tirou da minha boca e melou todo meu seio.

Era muita, era quente, era gostoso de sentir , de ver.

Daquele dia em diante passou a ser o senhorio do meu “kitnet“.

E o pagamento do aluguel um prazer: lustrar seu bastão até que brilhasse.

FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/201101262

 
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