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CONTOS QUE ME CONTAM: "AMOR DE PICA É QUE FICA"

























Algumas coisas marcam definitivamente nossas vidas, e hoje compartilho com os leitores a perda de minha virgindade. Sou Valéria, branquinha de olhos azuis, cabelos castanhos claros, cheia de pintinhas nos rosto, típico das caipiras do interior de São Paulo, tenho uma beleza toda especial, distribuída em meus 1,65m e 55Kg, com curvas bem delineadas. Na época, minha vontade pela descoberta do sexo era enorme, mas a criação católica e conservadora de minha família impediam que eu mantivesse uma relação, foi quando apareceu uma oportunidade de vir para Capital trabalhar com meu tio (irmão de meu pai) em sua loja de material de construção; quando eu poderia conciliar estudo e início de uma carreira profissional.
Meu tio mora na Mooca e tem uma grande loja de material de construção no Brás, fui acomodada numa edícula nos fundos da loja (quarto, pequena cozinha e um banheiro) e comecei a fazer atividades diversas no escritório (contas à pagar, acompanhamento de compras, logística de entrega de materiais, etc), meu trabalho era supervisionado pelo Maurício (um negro de corpo atlético, uns 30 e poucos anos, formado em administração, muito organizado e sério). Maurício me explicava detalhadamente as tarefas e conferia meu desempenho e resultados, fui me identificando com ele e acabei indo cursar Administração de Empresas numa Faculdade próxima do trabalho no período noturno. Com seis meses nessa vida, um dia pedi ajuda à Mauricio por conta de uma prova de matemática financeira na Faculdade, às 18h fechamos a loja, meu tio e os demais funcionários foram embora e matei aula nesse dia para aprender com Maurício a matéria. Ele começou avaliando o conteúdo de meu caderno e explanando como elaborar as soluções dos problemas, após uma hora de estudo, nós dois mais descontraídos começamos a falar de assuntos outros, até que ele começou a elogiar minha beleza, minha timidez, minha forma de agir... fui prestando atenção em suas palavras e percebi que ele estava excitado, era visível o volume entre suas pernas. Dei abertura e nos beijamos.... eu estava morrendo de tesão e permiti que ele apalpasse meus seios (os bicos duros), beijasse minha nuca e acariciasse minha xoxota sobre minha calcinha já ensopada. Deixamos o escritório e fomos para meu quarto, onde Maurício tirou sou pica para fora pedindo que eu a chupasse... nunca havia tocado em um pênis quanto mais chupar.... foi ai que falei para ele que eu era virgem. Ele perguntou se poderia ser o primeiro ao que eu acenei com a cabeço dizendo que sim...pedi para ser gentil. Ficamos nus e na posição de 69 chupei aquele pica enorme e grossa, enquando ele hábil menter lambia minha xoxota e dedilhava a portinha de meu rabo.... meu tesão era tanto que em questão de minutos me desfiz sobre Maurício num gozo intenso lambuzando seu rosto com meu suco. Ele me deitou de costas, se posicionou entre minhas pernas e endereçou a cabeça de seu pau para minha buceta, forçando a entrada, o contraste de nossa cor era ressaltado pela sua vara preta entrando em minha xana rosada.... com sutileza ele introduziu a rola por inteiro onde senti um misto de dor e prazer.... iniciando uma vai-e-vem cadenciado, nos abraçamos e nos beijamos, nossos corpos suados se tocavam o sexo pairava no ar e a excitação era crescente, comecei a gemer alto e gritar de tesão quando junto explodimos em gozo.... seu pau saiu de minha xoxota todo babado de porra e sangue, era meu cabacinho indo embora. Com muito carinho Maurício começou a beijar meu corpo todo, mamando meus seios e dedilhando minha buceta e anus, até que sua pica endureceu novamente e ele pediu para que eu ficasse de bruços.... com maestria lambeu a portinha de meu cú, ora enfiando uma dedo ora dois, até que posicionou a cabecinha do pau para meu rabo e começou a tirar meu segundo cabaço.... eu cheia de tesão facilitei ao máximo a entrada da rola no cuzinho e senti quando ela estava totalmente atolada, o saco de Mauricio tocava minhas coxas e a metida foi vigorosa até que num urro de prazer ele despejou todo seu esperma dentro de mim. Fomo juntos para o banho e eu mal podia andar de tão dolorida. No chuveiro ainda vi filetes de sangue de minha buceta e de meu cuzinho, correndo entre minhas pernas e na água pelo chão. Voltamos para cama e entre beijos e abraços, chupei aquela rola desbravadora que havia tirado meus cabaços e quando ela estava bem dura, montei sobre Mauricio e cavalguei com vontade fazendo aquele macho gozar mais uma vez. Hoje estou casada e tenho 1 filha; minha vida sexual é intensa, não só com meu marido mas tenho um amante (Maurício)... é com ele que me satisfaço e pratico meus fetiches.... afinal amor de pica é o que fica!

FONTE:http://www.acervodecontos.com/diversos/amor-de-pica-e-o-que-fica/
 
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